Pega numa batata bonita e uniforme da prateleira, pesa-a e paga ao quilo.
Mas se não contássemos o peso, mas sim o número de tubérculos na etiqueta de preço, notaríamos uma coisa estranha: as batatas grandes revelam-se muitas vezes mais caras, mesmo que o preço por quilo seja o mesmo, relata o correspondente do .
Porque num quilo de tubérculos grandes há 3-4 pedaços e nos pequenos – 7-8. É rentável para os produtores e para as lojas venderem legumes grandes – menos custos de mão de obra para a colheita, embalagem e logística.
Mas para si, como consumidor, é muitas vezes mais conveniente e económico levar exemplares médios ou pequenos: são mais fáceis de guardar, cozinham mais depressa e pode usar exatamente a quantidade de que precisa sem ter de cortar um tubérculo enorme.
Da próxima vez que escolher batatas, cebolas, maçãs ou tomates, tente estimar não só o preço por quilo, mas também o número aproximado de peças na embalagem.
Muitas vezes, uma rede de pequenos bolbos dá-lhe 30% mais pelo mesmo preço comestíveis do que um saco de legumes grandes. Começámos a utilizar este princípio e reparámos que gasto menos em legumes e que os deito fora com menos frequência – porque os legumes pequenos são mais fáceis de racionar na cozinha.
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